sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Interrogações



     (imagem do google)

Desenho interrogações
no percurso incerto da existência.
E mil e uma questões
interrogam o meu cérebro cansado
de se procurar nos trilhos da essência.
O ontem é tatuado a frio,
doendo até ao hoje inseguro,
ameaçando um futuro incerto,
até deixar de haver certezas no horizonte.
O meu eu pequenino
encolhido, remetido às suas fraquezas,
inseguro, receoso, repleto de incertezas,
nem sempre encontra a paz desejada,
nem sempre encontra a calma ansiada.
A vida é uma batalha sem fim,
um jogo de desafios constante,
uma escada que nem sempre sobe,
um rio que nem sempre corre,
um frio que dói nos ossos da consciência,
a dor de um chão que nos foge com insistência.
Mas nós somos seres humanos
por isso continuamos...
                                             Célia Gil

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